PM, Polícia Civil e Bombeiros do Amazonas, ativos e aposentados, têm reajuste de 4,14% a partir de novembro de 2026. Veja quem recebe, quando o valor aparece no contracheque e o que muda na margem consignável.
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Policiais militares, policiais civis e bombeiros do Amazonas, tanto na ativa quanto aposentados e pensionistas, vão receber um reajuste de 4,14% a partir do salário de novembro de 2026. É a chamada data-base referente a 2026, e desta vez não há valor retroativo a receber.
O reajuste alcança mais de 14 mil profissionais das três corporações de segurança do Estado, entre ativos e inativos:
Quem já está aposentado ou recebe pensão dessas categorias também entra na conta, já que o reajuste incide sobre a remuneração usada como referência para o cálculo dos proventos.
A vigência começa em 1º de novembro de 2026. Na prática, isso significa que o novo percentual já deve constar no contracheque pago no fim de novembro, sem necessidade de o servidor pedir nada.
Data-base é a data do ano em que a categoria tem direito, por lei, a discutir a reposição das perdas salariais causadas pela inflação do período anterior. Em rodadas passadas, como a de 2025, o Governo pagou o reajuste com atraso e precisou quitar a diferença em parcelas retroativas. Desta vez, o texto foi enviado à Assembleia Legislativa (Aleam) com antecedência suficiente para que o novo valor comece a valer já na própria data-base, sem gerar diferença a ser paga depois.
Segundo o Governo do Amazonas, o impacto do reajuste na folha de pagamento das três corporações soma cerca de R$ 171 milhões por ano. O próprio texto do projeto enviado à Aleam classifica a medida como recomposição de perdas inflacionárias, e não como aumento real de remuneração ou criação de novo benefício.
Junto com o reajuste, o Governo anunciou a promoção de 713 alunos-soldados a soldados da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, parte de um mesmo pacote de valorização das categorias de segurança apresentado em 2026.
Como o reajuste depende da publicação da lei no Diário Oficial do Estado e do ajuste no sistema de folha, é normal que a mudança leve alguns dias a mais para aparecer, especialmente para quem está na reserva remunerada ou na reforma. Se o novo percentual não constar até o pagamento de dezembro, o caminho é procurar o setor de recursos humanos da própria corporação (PMAM, PC-AM ou CBMAM) ou o RH Net da Sead, que reúne as informações funcionais dos servidores estaduais.
A margem consignável é o limite mensal do salário ou da aposentadoria que pode ser comprometido com descontos em folha, como o empréstimo consignado. Como esse limite é calculado em percentual sobre a remuneração bruta, um salário maior a partir de novembro também aumenta, em reais, o espaço disponível na margem.
Na prática, isso pode abrir uma folga pequena para quem está com a margem apertada, mas também pode ser o momento de rever um consignado para servidores do Governo do Amazonas contratado antes do reajuste, avaliar se a parcela atual ainda faz sentido para o novo salário ou se vale a pena buscar portabilidade para uma taxa menor.
Quem já sente a parcela pesada no orçamento, tem dúvida sobre quanto da nova margem ainda está livre ou quer entender se compensa portar um contrato mais antigo pode falar com a Alpha Consig para uma orientação e simulação sem compromisso.
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